GEOGRAFIA PARA A VIDA TODA: OBA ESTAMOS NO SEGUNDO TRIMESTRE NO CEJA - E o trabalho continua...

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TENHO UM COMPROMISSO COM A EDUCAÇÃO (INSTITUIÇÃO)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

FILME: WINTER O GOLFINHO -IMPERDÍVEL

Winter, O Golfinho é inspirado na impressionante história real de um corajoso golfinho e da compaixão de estranhos que se uniram para salvar sua vida.É para a família toda. Eu particularmente trabalhei o "Sistema capitalista, Sociologia, Meio ambiente, Climatologia, oceanos e mares etc e tal... Obrigada turma vocês são 1000. — WINTER O GOLFINHO 
Sinopse: Winter, O Golfinho é inspirado na impressionante história real de um corajoso golfinho e da compaixão de estranhos que se uniram para salvar sua vida. Nadando livremente, um jovem golfinho é pego em uma armadilha para caranguejos, danificando seriamente sua cauda. Ela é resgatada e transportada para o Hospital Marinho de Clearwater, na Flórida, onde recebe o nome de Winter. Mas sua luta pela sobrevivência está apenas começando. Sem a cauda, o prognóstico de Winter é terrível. Será necessária a experiência de um dedicado biólogo marinho, o talento de um brilhante médico de próteses e da devoção inabalável de um garoto para realizar um verdadeiro milagre – milagre que pode não só salvar Winter, mas também ajudar dezenas de pessoas ao redor o mundo. A verdadeira Winter, que interpreta ela mesma em Winter, O Golfinho, hoje é um símbolo de coragem, perseverança e esperança para milhões de pessoas – com deficiência ou não — que foram tocadas por sua notável história de recuperação e reabilitação.



Essa é a minha turma de regência que amo de paixão...


Winter, o Golfinho











Globalização é a interdependência de todos os povos e países do nosso planeta. Portanto, define-se globalização como o termo utilizado para o processo de transformações econômicas e políticas que vêm acontecendo nas últimas décadas. A principal característica é a integração dos mercados mundiais com a exploração de grandes empresas multinacionais. 


Junta-se a isso a grande revolução tecnológica com o uso cada vez maior de telefones, computadores e televisão e a uniformidade das informações com o surgimento e explosão da Internet e dos canais de televisão por assinatura. Com isso os países passam a interagir não só na economia e na política, como também na cultura.


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Origens da Globalização

O conceito globalização surgiu em meados da década de 1980, a qual vem a substituir conceitos como internacionalização e transnacionalização, porém se voltarmos no tempo podemos observar que é uma prática muito antiga. A humanidade desde o início de sua existência vem evoluindo, passou de uma simples família para tribos, depois foram formadas as cidades-estado, nações e hoje com a interdependência de todos os povos do nosso planeta, chegamos a um fenômeno natural, denominado de "aldeia global". Globalização ou mundialização é a interdependência de todos os povos e países do nosso planeta, também denominado "aldeia global". As notícias do mundo são divulgadas pelos jornais, radio, TV, internet e outros meios de comunicação, o mundo assistiu ao vivo e a cores em 11 de setembro, o atentado ao World Trade Center (as torres gêmeas), a invasão americana ao Iraque, quem não assistiu o Brasil penta campeão mundial de futebol. Com toda essa tecnologia a serviço da humanidade, da a impressão que o planeta terra ficou menor. Podemos também observar que os bens de consumo, a moda, a medicina, enfim a vida do ser humano sofre influência direta dessa tal Globalização.
Hoje uma empresa produz um mesmo produto em vários países e os exportam para outros, também podemos observar a fusão de empresas, tudo isso tem como objetivo baixar custos de produção, aumentar a produtividade, então produtos semelhantes são encontrados em qualquer parte do mundo.
A Globalização analisada pelo lado econômico-financeiro teve seu início na década de 80, com a integração a nível mundial das relações econômicas e financeiras, tendo como pólo dominante os Estados Unidos. Analisando a Globalização podemos destacar o lado positivo como: o intercambio cultural e comercial entre nações, importante para todos os povos, os riscos reais, entre outros. Agora vamos ver o lado negativo: a Globalização é crescente os povos ficam a cada dia mais interdependentes, porém os países desenvolvidos são os maiores beneficiados ficando cada vez mais ricos, enquanto os países em desenvolvimento ficam cada vez mais pobres. Então algumas medidas deverão ser tomadas para tentar mudar este quadro.
Fases da Globalização
Há, como em quase tudo que diz respeito à história, grande controvérsia em estabelecer-se uma periodização para estes cinco séculos de integração econômica e cultural, que chamamos de globalização, iniciados pela descoberta de uma rota marítima para as Índias e pelas terras do Novo Mundo. Frédéric Mauro, por exemplo, prefere separá-lo em dois momentos, um que vai de 1492 até 1792 (data quando, segundo ele, a Revolução Francesa e a Revolução Industrial fazem com que a Europa, que liderou o processo inicial da globalização, voltou-se para resolver suas disputas e rivalidades), só retomando a expansão depois de 1870, quando amadureceram as novas técnicas de transporte e navegação como a estrada-de-ferro e o navio à vapor.
No critério por nós adotado, consideramos que o processo de globalização ou de economia-mundo capitalista como preferiu Immanuel Wallerstein, nunca se interrompeu. Se ocorreram momentos de menor intensidade, de contração, ela nunca chegou a cessar totalmente. De certo modo até as grandes guerras mundiais de 1914-18 e de 1939-45, e antes delas a Guerra dos 7 anos (de 1756-1763), provocaram a intensificação da globalização quando adotaram-se macro-estratégias militares para acossar os adversários, num mundo quase inteiramente transformado em campo de batalha. Basta recordar que soldados europeus, nas duas maiores guerras do século 20, lutavam entre si no Oriente Médio e na África, enquanto que tropas colônias desembarcavam na Europa e marchavam para os campos de batalha nas planícies francesas enquanto que as marinhas européias, americanas e japonesas se engalfinhavam em quase todos os mares do mundo. Assim sendo, nos definimos pelas seguintes etapas: primeira fase da globalização, ou primeira globalização, dominada pela expansão mercantilista (de 1450 a 1850) da economia-mundo européia, a segunda fase, ou segunda globalização, que vai de 1850 a 1950 caracterizada pelo expansionismo industrial-imperialista e colonialista e, por última, a globalização propriamente dita, ou globalização recente, acelerada a partir do colapso da URSS e a queda do muro de Berlim, de 1989 até o presente.
A primeira globalização, resultado da procura de uma rota marítima para as Índias, assegurou o estabelecimento das primeiras feitorias comerciais européias na Índia, China e Japão, e, principalmente, abriu aos conquistadores europeus as terras do Novo Mundo. Feitos estes que Adam Smith, em sua visão eurocêntrica, considerou os maiores em toda a história da humanidade. Enquanto as especiarias eram embarcadas para os portos de Lisboa e de Sevilha, de Roterdã e Londres, milhares de imigrantes iberos, ingleses e holandeses, e, um bem menor número de franceses, atravessaram o Atlântico para vir ocupar a América. Aqui formaram colônias de exploração, no sul da América do Norte, no Caribe e no Brasil, baseadas geralmente num só produto (açúcar, tabaco, café, minério, etc..) utilizando-se de mão de obra escrava vinda da África ou mesmo indígena; ou colônias de povoamento, estabelecidas majoritariamente na América do Norte, baseadas na média propriedade de exploração familiar. Para atender as primeiras, as colônias de exploração, é que o brutal tráfico negreiro tornou-se rotina, fazendo com que 11 milhões de africanos (40% deles destinados ao Brasil) fossem transportados pelo Atlântico para labutar nas lavouras e nas minas. Igualmente não deve-se omitir que ela promoveu uma espantosa expropriação das terras indígenas e no sufocamento ou destruição da sua cultura. Em quase toda a América ocorreu uma catástrofe demográfica, devido aos maus tratos que a população nativa sofreu e as doenças e epidemias que os devastaram, devido ao contato com os colonizadores europeus. Nesta primeira fase estrutura-se um sólido comércio triangular entre a Europa (fornecedora de manufaturas) África (que vende seus escravos) e América (que exporta produtos coloniais). A imensa expansão deste mercado favorece os artesãos e os industriais emergentes da Europa que passam a contar com consumidores num raio bem mais vasto do que aquele abrigado nas suas cidades, enquanto que a importação de produtos coloniais faz ampliar as relações inter-européias. Exemplo disso ocorre com o açúcar cuja produção é confiada aos senhores de engenho brasileiros, mas que é transportado pelos lusos para os portos holandeses, onde lá se encarregam do seu refino e distribuição. Os principais portos europeus, americanos e africanos desta primeira globalização encontram-se em Lisboa, Sevilha, Cádiz, Londres, Liverpool, Bristol, Roterdã, Amsterdã, Le Havre, Toulouse, Salvador, Rio de Janeiro, Lima, Buenos Aires, Vera Cruz, Porto Belo, Havana, São Domingo, Lagos, Benin, Guiné, Luanda e Cidade do Cabo.
Politicamente, a primeira fase da globalização se fez quase toda ela sob a égide das monarquias absolutistas que concentram enorme poder e mobilizam os recursos econômicos, militares e burocráticos, para manterem e expandirem seus impérios coloniais. Os principais desafios que enfrentam advinham das rivalidades entre elas, seja pelas disputas dinásticas-territoriais ou pela posse de novas colônias no além mar, sem esquecer-se do enorme estragos que os corsários e piratas faziam, especialmente nos séculos 16 e 17, contra os navios carregados de ouro e prata e produtos coloniais.
A doutrina econômica desta primeira fase foi o mercantilismo, adotado pela maioria das monarquias européias para estimular o desenvolvimento da economia dos reinos. Ele compreendia numa complexa legislação que recorria a medidas protecionistas, incentivos fiscais e doação de monopólios, para promover a prosperidade geral. A produção e distribuição do comércio internacional era feita por mercadores privados e por grandes companhias comerciais (as Cias. inglesas e holandesas das Índias Orientais e Ocidentais) e, em geral, eram controladas localmente por corporações de ofício.
Todo o universo econômico destinava-se a um só fim, entesourar, acumular riqueza. O poder de um reino era aferido pela quantidade de metal precioso (ouro, prata e jóias preciosas) existente nos cofres reais. Para assegurar seu aumento o estado exercia um sério controle das importações e do comércio com as colônias, sobre as quais exerciam o oligopólio bilateral. Esta política levou a que cada reino europeu terminasse por se transformar num império comercial, tendo colônias e feitorias espalhadas pelo mundo todo ( os principais impérios coloniais foram o inglês, o espanhol, o português, o holandês e o francês). Um dos símbolos desta época, a bolsa de valores de Amberes, consciente do que representava, tinha como justo lema a frase latina “Ad usum mercatorum cujusque gentis ac linguae”, que ela servia aos mercadores de todas as línguas da terra.
Os principais acontecimentos que marcam a transição da primeira fase da globalização para a segunda dão-se nos campos da técnica e da política. A partir do século 18, a Inglaterra industrializa-se aceleradamente e, depois dela, a França, a Bélgica, a Alemanha e a Itália. A máquina à vapor é introduzida nos transportes terrestres (estradas-de-ferro) e marítimos (barcos à vapor) Conseqüentemente esta nova época será regida pelos interesses da indústria e das finanças, sua associada e, por vezes amplamenente dominante, e não mais das motivações dinásticas-mercantís. Será a grande burguesia industrial e bancária, e não mais os administradores das corporações mercantis e os funcionários reais quem liderará o processo. Esta interpenetração dos bancos com a indústria, com tendências ao monopólio ou ao oligopólio, fez com que o economista austríaco Rudolf Hilferding a denominasse de “O Capital Financeiro” (Das Finanz kapital, titulo da sua obra publicado em 1910), considerando-a um fenômeno novo da economia-politica moderna. Lenin definiu-a como a etapa final do capitalismo, a etapa do imperialismo.
Luta ele - o capital financeiro - pela ampliação dos mercados e pela obtenção de novas e diversas fontes de matérias primas. A doutrina econômica em que se baseia é a do capitalismo laissez-faire, um liberalismo radical inspirado nos fisiocratas franceses e apoiado pelos economistas ingleses Adam Smith e David Ricardo que advogavam a superação do Mercantilismo com suas políticas arcaicas. Defendem o livre-cambismo na relações externas, mas em defesa das suas indústrias internas continuam em geral protecionistas, como é o caso da política Hamiltoniana nos Estados Unidos e a da Alemanha Imperial e a do Japão.
A escravidão que havia sido o grande esteio da primeira globalização, tornou-se um impedimento ao progresso do consumo e, somada à crescente indignação que ela provoca, termina por ser abolida, primeiro em 1789 e definitivamente em 1848 ( no Brasil ela ainda irá sobreviver até 1888). Este segundo momento - segundo a orientação do que Hobson chamou de “a politica de uma minoria sem escrúpulos” -, irá se caracterizar pela ocupação territorial de certas partes da África e da Ásia, além de estimular o povoamento das terras semi-desocupadas da Austrália e da Nova Zelândia.
No campo da política a revolução americana de 1776 e a francesa de 1789, irão liberar enorme energia fazendo com que a busca da realização pessoal termine por promover uma grande ascensão social das massas. Logo depois, como resultado das Guerras Napoleônicas e da generalizada abolição da servidão e outros impedimentos feudais, milhões de europeus ( calcula-se em 60 milhões num século) abandonam seus lares nacionais e emigram em massa para os Estados Unidos, Canadá, e para a América do Sul (Brasil, Argentina, Chile e Uruguai). A posse de novas colônias torna-se um ornamento na política das potências ( só a Grã-Bretanha possui mais de 50, ocupando inclusive áreas antieconômicas). O cobiçado mercado chinês finalmente é aberto pelo Tratado de Nanquim de 1842 e o Japão também é forçado a abandonar a política de isolamento da época Tokugawa ao assinar um tratado com os americanos em 1853-4.
Cada uma das potências européias rivaliza-se com as demais na luta pela hegemonia do mundo, ou como disse John Strachey: “lançaram-se unanimemente, numa rivalidade feroz...para anexar o resto do mundo”. O resultado é um acirramento da corrida imperialista e da política belicista que levará os europeus à duas guerras mundiais, a de 1914-18 e a de 1939-45. Entrementes outros aspectos técnicos ajudam a globalização: o trem e o barco à vapor encurtam as distâncias, o telégrafo e , em seguida, o telefone, aproximam os continentes e os interesses ainda mais. E, principalmente depois do vôo transatlântico de Charles Lindbergh em 1927, a aviação passa a ser mais um elemento que permite o mundo tornar-se menor.
Nestes cem anos da segunda fase da globalização (1850-1950) os antigos impérios dinásticos desabaram (o dos Bourbons em 1789 e, definitivamente, em 1830, o dos Habsburgos e dos Hohenzollers em 1914, o dos Romanov em 1917) Das diversas potências que existiam em 1914 (O Império britânico, o francês, o alemão, o austro-húngaro, o italiano, o russo e o turco otomano) só restam depois da 2ª Guerra, as superpotências: os Estados Unidos e a União Soviética.
Feridas pelas guerras as metrópoles deram para desabar, obrigando-se a aceitar a libertação dos povos coloniais que formaram novas nações. Mesmo assim, umas independentes e outras neocolonizadas, continuaram ligadas ao sistema internacional. Somam-se, no pós-1945, os países do Terceiro Mundo recém independente (a Índia é a primeira a obtê-la em 1947) às nações latino-americanas que conseguiram sua autonomia política entre 1810-25, ainda no final da primeira fase da globalização. No entanto nem a descolonização nem as revoluções comunistas, a da Rússia de 1917 e a da China de 1949, servirão de entrave para que a mais longo prazo o processo de globalização seja retomado.
No decorrer do século 20 três grandes projetos de liderança da globalização conflitaram-se entre si: o comunista, inaugurado com a Revolução bolchevique de 1917 e reforçado pela revolução maoista na China em 1949; o da contra-revolução nazi-fascista que, em grande parte, foi uma poderosa reação direitista ao projeto comunista, surgido nos anos de 1919, na Itália e na Alemanha, extendendo-se ao Japão, que foi esmagado no final da 2ª Guerra Mundial, em 1945; e, finalmente, o projeto liberal-capitalista liderado pelos países anglo-saxãos, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos.
Num primeiro momento ocorreu a aliança entre o liberalismo e o comunismo (em 1941-45) para a auto-defesa e, depois, a destruição do nazi-fascismo. Num segundo momento os vencedores, os EUA e a URSS, se desentenderam gerando a guerra fria (1947-1989), onde o liberalismo norte-americano rivalizou-se com o comunismo soviético numa guerra ideológica mundial e numa competição armamentista e tecnológica que quase levou a humanidade a uma catástrofe (a crise dos mísseis de 1962).
Com a política da glasnost, adotada por Mikhail Gorbachov na URSS desde 1986, a guerra fria encerrou-se e os Estados Unidos proclamaram-se vencedores. O momento símbolo disto foi a derrubada do Muro de Berlim ocorrida em novembro de 1989, acompanhada da retirada das tropas soviéticas da Alemanha reunificada e seguida da dissolução da URSS em 1991. A China comunista, por sua vez, que desde os anos 70 adotara as reformas visando sua modernização, abriu-se em várias zonas especiais para a implantação de indústrias multinacionais. A política de Deng Xiaoping de conciliar o investimento capitalista com o monopólio do poder do partido comunista, esvaziou o regime do seu conteúdo ideológico anterior. Desde então só restou hegemônica no moderno sistema mundial a economia-mundo capitalista, não havendo nenhuma outra barreira a antepor-se à globalização.
Chegamos desta forma a situação presente onde sobreviveu uma só superpotência mundial: os Estados Unidos. É a única que tem condições operacionais de realizar intervenções militares em qualquer canto do planeta (Kuwait em 1991, Haiti em 1994, Somália em 1996, Bósnia em 1997, etc..). Enquanto na segunda fase da globalização vivia-se na esfera da libra esterlina, agora é a era do dólar, enquanto que o idioma inglês tornou-se a língua universal por excelência. Pode-se até afirmar que a globalização recente nada mais é do que a americanização do mundo.
(Fonte: Artigo "Globalização ontem e hoje")

















































sexta-feira, 23 de novembro de 2012

DESFILE, DANÇAS, COMIDAS: VISITA A VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


Com o apoio da Comunidade Escolar -  CEJA .Realizamos neste momento, o desfile                                  
“ FESTA DO GUETO”
        Este trabalho tem como objetivo mostrar a “Diversidade Cultural étnico-Racial”  no Continente Africano e no Brasil.      
       
Esse desfile tem como categoria:
JOVENS E ADULTOS













NOSSO DESTINO?    VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE:
EMBARQUE COM A GENTE... RSRS
























quinta-feira, 8 de novembro de 2012

GUERRAS MUNDIAIS



A Europa antes da guerra – disputa entre Inglaterra e Alemanha
Graças à sua indústria, a Inglaterra dominava a maioria dos mercados consumidores mundiais. Mas, a indústria alemã, logo após a unificação (1870), desenvolveu-se e o país passou a procurar mercados consumidores e fontes de matérias-primas.
A Alemanha projetou a construção de uma estrada de ferro ligando a cidade de Berlim a Bagdá para ter acesso ao petróleo do Golfo Pérsico e aos mercados orientais. A Inglaterra foi contra porque criaria dificuldades para o comércio com suas colônias.
Para deter o avanço da Alemanha, os ingleses procuraram alianças.

O sistema de alianças
Em 1904, a França aliou-se à Inglaterra por ter perdido a Alsácia-Lorena (parte importante do seu território, rica em ferro e carvão) para a Prússia (Guerra Franco-Prussiana, 1870-71) que, depois passou a ser Alemanha. O ódio francês voltou-se contra a Alemanha que ainda detinha essa parte do seu território. França e Alemanha também disputavam o domínio do Marrocos, no norte da África.

A crise dos Bálcãs
Em 1908, dois estados eslavos, a Bósnia e a Herzegovina, foram anexados ao Império Austro-húngaro, contrariando o ideal nacionalista (pan-eslavismo) da união e autodeterminação dos povos eslavos.

A paz armada
Os governos capitalistas clamavam pela paz, mas estimulavam a fabricação de armamentos e recrutavam civis para o exército. O militarismo cresceu e era cada vez mais difícil manter o equilíbrio entre as nações imperialistas. Os focos de tensão e a disputa pela supremacia levaram os países europeus à corrida armamentista.

A formação da Tríplice Entente e da T. Aliança
Para defender seus interesses, as nações européias buscaram alianças. Surgiram dois blocos: a Tríplice Entente (França, Inglaterra e Rússia) e a Tríplice Aliança (Alemanha, Itália e Áustria-Hungria).

O pivô da guerra
No dia 28de junho de 1914, o arquiduqueFrancisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-húngaro, em visita a Sarajevo, capital da Bósnia, foi assassinado por um estudante sérvio membro de uma organização terrorista chamada “Mão Negra”. Imediatamente a Áustria-Hungria acusou a Sérvia pelo assassinato do herdeiro e ameaçou invadi-la. Foi o estopim para a deflagração da Primeira Guerra Mundial.

O inicio da guerra
Um mês após o assassinato do herdeiro do Império austro-húngaro em Sarajevo (28/7) a Áustria declarou guerra à Servia.
Contou com o apoio da Rússia, que mobilizou seus exércitos contra a Áustria e a Alemanha.
A crise dos Bálcãs acabou envolvendo também outras nações européias, numa autentica reação em cadeia:
  • Alemanha – declara guerra à Rússia e à França;
  • Inglaterra – declara guerra à Alemanha, no momento em que o exército alemão invadiu a Bélgica para, em seguida, atacar a França;
  • Itália – entrou na guerra ao lado da entente porque a Inglaterra lhe prometeu os territórios irredentos, que não conseguira conquistar da Áustria no processo de unificação;
  • Japão – aderiu aos Aliados porque estava interessado nas possessões alemãs no Oriente.
Nessa primeira fase da guerra, a Inglaterra decretou um bloqueio naval contra a Alemanha e seus aliados. Enquanto isso, a França conseguia deter o avanço alemão sobre Paris.
Com o avanço da guerra, a indústria armamentista cresceu. Surgiram armas como a metralhadora, o lança-chamas e os projeteis explosivos. Além disso, novos recursos foram utilizados, como a avião e o submarino.

Momentos decisivos da guerra
A partir de 1917 ocorreram alterações significativas :
  • Saída da Rússia do conflito mundial devido a uma revolução socialista no país;
  • Entrada dos EUA no conflito, ao lado da Entente, porque temiam a perda de seus investimentos na Europa. O pretexto foi o afundamento de navios norte-americanos por alemães.
  • O Brasil declara guerra à Alemanha após o ataque de submarinos alemães a navios brasileiros. Entretanto, a participação brasileira na guerra foi muito pequena, limitando-se ao envio de uma missão médica e ao policiamento do Atlântico pela Marinha.
Com a saída da Rússia, alemães e austríacos lançam toda a sua ofensiva contra a França. Com ajuda militar de ingleses e norte-americanos, a França faz com que as tropas alemãs recuem. França e Bélgica são desocupadas. Era o inicio do fim.
Na Alemanha, a crise econômica e o avanço das idéias socialistas provocam inúmeras manifestações contra o governo. Em 1918, Guilherme II, bastante enfraquecido, abdicou e a republica foi proclamada (9/11/1918). O novo governo assina o Armistício de Compiègne (11/11/1918).
Os alemães foram obrigados a:
  • Desocupar o território ocidental europeu;
  • Entregar o material de guerra pesado;
  • Libertar prisioneiros;
  • Pagar indenizações de guerra.

A volta da paz
Na Conferência de Paris (janeiro de 1919), alguns chefes de Estado reuniram-se para impor pesadas penas aos derrotados. A conferencia foi liderada por Lloyd George, representante inglês, Clemenceau, francês, e Woodrow Wilson, presidente dos EUA.
Vários tratados foram assinados. O mais importante foi oTratado de Versalhes, que, entre outras coisas, obrigava a Alemanha a restituir a região da Alsácia-Lorena à França.

Reação do povo alemão
O povo alemão considerou injustas, vingativas e humilhantes as condições impostas pelo Tratado de Versalhes. O país perdia 2/10 da população ativa, 1/6 das terras cultiváveis, 2/5 do carvão, 2/3 do ferro e 7/10 do zinco, gerando sérios problemas econômicos.

A Conferência de Paris e os 14 Pontos do Presidente Woodrow Wilson (EUA)
O presidente Wilson apresentou à opinião pública internacional os 14 Pontos, propondo uma paz na qual não houvesse vencidos nem vencedores. Também idealizou a Sociedade das Nações ou Liga das Nações, com sede em Genebra, na Suíça, com a finalidade de manter a paz mundial. Mais tarde, os EUA saíram da Liga das Nações, pois o Senado norte-americano não quis ratificar o Tratado de Versalhes.
  
Efeitos da Primeira Grande Guerra
Foram muitos e significativos:
  • A Europa perdeu 10 milhões de homens e ficou com 40 milhões de inválidos;
  • Os campos destruídos afetaram a produção agrícola, os portos e as estradas foram arrasados, o que prejudicou o comércio, e as cidades foram arruinadas;
  • A ascensão dos EUA como grande potência do mundo ocidental, devido aos enormes lucros obtidos com a guerra;
  • O declínio econômico do Império Britânico;
  • O aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho durante o período da guerra ocasionou movimento o em prol do voto feminino logo após o térmico do conflito;
  • O desemprego acentuou-se nos países europeus;
  • O avanço das idéias socialistas, consagradas pela Revolução Russa de 1917;
  • O avanço e fortalecimento dos nacionalismos, que se tornaram radicais na Itália, na Alemanha, na Espanha e em Portugal. No Brasil, teremos Getúlio Vargas como representante desse nacionalismo.

Vídeo do YouTube

vídeo sobre a Primeira Guerra Mundial - Parte 1

Vídeo do YouTube

Parte 2


ATIVIDADES

1.  Por que a Alemanha ameaçava o poder da Inglaterra?Porque a indústria alemã, logo após a unificação (1870), desenvolveu-se e o país passou a procurar mercados consumidores e fontes de matérias-primas. O governo alemão projetou a construção de uma estrada de ferro ligando a cidade de Berlim a Bagdá (no atual Iraque), com a finalidade de ter acesso ao petróleo do Golfo Pérsico e aos mercados orientais. A Inglaterra opôs-se a esse projeto porque criaria dificuldades para o comércio com suas colônias.
2.  O que fez a Inglaterra para deter o avanço alemão? A Inglaterra procurou aliança com outros países (França e Rússia).
3.  Por que a França tinha interesse em enfraquecer a Alemanha? Porque, quando perdeu os territórios da Alsacia-Lorena (Guerra Franco-Prussiana – 1870-71), sua indústria ficou prejudicada com a falta de minas de ferro e carvão. Os nacionalistas franceses pregavam o revanchismo e a recuperação dos territórios perdidos. Além disso, a França disputava com a Alemanha a região do Marrocos, ao norte da África.
4.  Quais os blocos em que se dividiram os países europeus? Tríplice Entente (Inglaterra, França e Rússia); Tríplice Aliança (Alemanha, Império austro-húngaro e Itália).
5.  Que fato desencadeou a Primeira Guerra Mundial? O assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do Império austro-húngaro, em visita a Sarajevo, capital da Bósnia, no dia 28/6/1914.
6.  Que fatos acontecidos em 1917 alteraram os rumos da guerra? A saída da Rússia do conflito devido à Revolução Socialista ocorrida no país; e a entrada dos Estados Unidos no conflito, ao lado da Entente, porque temiam a perda de seus investimentos na Europa. Usaram como pretexto o afundamento de navios norte-americanos por alemães.
7.  Qual foi a participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial? A participação brasileira foi muito pequena. Limitou-se ao envio de uma missão médica e ao policiamento do Atlântico pela Marinha.

Batalha das Toninhas - foi um evento ocorrido com a Marinha do Brasil no Estreito de Gibraltar, emnovembro de 1918, ao final da Primeira Guerra Mundial.Os navios da Divisão Naval em Operações de Guerra receberam ordens do Almirantado inglês para seguirem para Gibraltar. O Almirante Pedro Max Fernando Frontin fora alertado para tomar cuidado, pois o encouraçado HMS Britania, designado para acompanhar a flotilha brasileira havia sido afundado por um submarino alemão, e havia um alerta da presença de mais submarinos na área.Nesse contexto, o Cruzador Bahia confundiu um bando detoninhas com o rastro do periscópio de um submarino alemão, resultando no ataque ao cardume. A carnificina resultou em um massacre do cardume. Finalmente, o ataque alemão não aconteceu. Na imaginação popular foram criados relatos de um comandante alemão que, vendo o que teria acontecido, teria: Se eles fizeram isso com um grupo de golfinhos, imagina o que farão conosco!

8.  Que conseqüências a guerra trouxe para a Alemanha? Através do Tratado de Versalhes (1919), a Alemanha foi obrigada a desocupar o território ocidental europeu (regiões que havia anexado, inclusive a Alsácia-Lorena), entregar o material de guerra pesado, libertar os prisioneiros e pagar indenizações de guerra.
9.  Como o povo alemão reagiu ao Tratado de Versalhes? os alemães consideraram injustas, vingativas e humilhantes as condições impostas pelo Tratado de Versalhes, pois o país perdia dois décimos da população ativa, um sexto das terras cultiváveis, dois quintos do carvão, dois terços do ferro e sete décimos do zinco, gerando sérios problemas econômicos.
10.    Quais foram as propostas do presidente Wilson, dos EUA, na Conferencia de Paris? O que propunham esses 14 pontos? O presidente norte-americano, Woodrow Wilson (presidente de 1913 a 1921) propôs os “14 Pontos”, com uma paz na qual não houvesse vencidos nem vencedores e a criação da Sociedade das Nações, com sede em Genebra (Suíça), com a finalidade de manter a paz mundial.propunha uma paz na qual não houvesse vencidos nem vencedores.



I Guerra Mundial - Os "14 Pontos do Presidente Wilson"
Em mensagem enviada ao Congresso americano em 8 de janeiro de 1918, o Presidente Wilson sumariou sua plataforma para a Paz que concebia:

1) "acordos públicos, negociados publicamente", ou seja a abolição da diplomacia secreta;
2) liberdade dos mares;
3) eliminação das barreiras econômicas entre as nações;
4) limitação dos armamentos nacionais "ao nível mínimo compatível com a segurança";
5) ajuste imparcial das pretensões coloniais, tendo em vista os interesses dos povos atingidos por elas;
6) evacuação da Rússia;
7) restauração da independência da Bélgica;
8) restituição da Alsácia e da Lorena à França;
9) reajustamento das fronteiras italianas, "seguindo linhas divisórias de nacionalidade claramente reconhecíveis";
10) desenvolvimento autônomo dos povos da Áutria-Hungria;
11) restauração da Romênia, da Sérvia e do Montenegro, com acesso ao mar para Sérvia;
12) desenvolvimento autônomo dos povos da Turquia, sendo os estreitos que ligam o Mar Negro ao Mediterrâneo "abertos permanentemente";
13) uma Polônia independente, "habitada por populações indiscutivelmente polonesas" e com acesso para o mar; e
14) uma Liga das Nações, órgão internacional que evitaria novos conflitos atuando como árbitro nas contendas entre os países.
Os "14 pontos" não previam nenhuma séria sanção para com os derrotados, abraçando a idéia de uma Paz "sem vencedores nem vencidos". No terreno prático, poucas propostas de Wilson foram aplicadas, pois o desejo de uma "vendetta" por parte da Inglaterra e principalmente da França prevaleceram sobre as intenções americanas.
11.    O que foi a Sociedade das Nações ou Liga das Nações? Uma associação de países, com sede em Genebra, na Suíça, com a finalidade de manter a paz mundial.
12.    Cite três conseqüências da Primeira Grande Guerra. A Europa perdeu 10 milhões de homens e ficou com 40 milhões de inválidos; campos destruídos (fome), portos e estradas arrasados (prejuízo comercial) e cidades arruinadas; ascensão dos EUA como grande potência mundial, devido aos enormes lucros obtidos com a guerra; declínio econômico do Império Britânico; aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho dando origem ao movimento em prol do voto feminino ao final da guerra; grande desemprego na Europa; avanço das idéias socialistas, consagradas pela Revolução Russa de 1917; avanço e fortalecimento dos nacionalismos, que se tornaram radicais na Itália, na república de Weimar (Alemanha), na Espanha e em Portugal




SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Os Aliados foram os países vencedores da Segunda Guerra Mundial.
A Segunda Guerra Mundial assumiu proporções muito maiores do que a Primeira Guerra Mundial. Esta eclodiu por causa do desequilíbrio gerado na Europa com uma nova fase de colonialismo causada pela corrida por dominação de áreas de influência ideológica e escoação dos produtos industrializados. Neste contexto, a Alemanha, país tardiamente unificado, se destacou por acirrar a tensão no continente europeu, a ponto de, em 1914, romper uma guerra chamada de mundial.

Bandeira da União Soviética
O fim do primeiro conflito mundial deixou profundas marcas nos derrotados, especialmente na Alemanha, a qual foi o país que mais sofreu punições após o término da guerra. A grave situação social e a condenação desmoralizante abriram espaço para o surgimento de ideologias autoritárias e de extrema direita no país, o que foi encarnado pelo carismático líder Adolf Hitler. A Alemanha, mesmo com as sanções militares sofridas com as punições da guerra, voltou a se equipar militarmente fazendo ressurgir intensamente uma tensão de ambiente de guerra no continente Europeu.
A Segunda Guerra Mundial teve início em 1939, todavia desta vez os conflitos armados extrapolariam o continente europeu. O adjetivo “mundial” se fez valer, no sentido de que conflitos armados aconteceram em vários continentes, ocasionando a participação na guerra de países de todos os continentes. O novo conflito colocou em choque os países chamados do Eixo com os Aliados.

Bandeira do Reino Unido
Os Países do Eixo foram os estimuladores do conflito com suas doutrinas radicais. Reuniam a Alemanha nazista sob o comando de Adolf Hitler, a Itália fascista de Benito Mussolini e o império nipônico Japonês. Os adversários identificavam o eixo a ser combatido como Roma-Berlim-Tóquio.
Contra os Países do Eixo se reuniram os países Aliados. Estes representavam basicamente os mesmos que formaram a Tríplice Entente durante a Primeira Guerra Mundial. No comando dessa força de coalizão estavam os Estados Unidos, o Reino Unido e aUnião Soviética.
O Reino Unido esteve na guerra desde o começo por ser a grande potência mundial e considerado inimigo do nazismo de Hitler. Já os Estados Unidos entraram na guerra após o ataque japonês sofrido em suas bases militares em Pearl Harbor, no Pacífico. Enquanto a União Soviética aderiu ao conflito pelo rompimento do pacto nazi-soviético em 1941, marcado pela invasão do exército alemão em território soviético. Assim se uniram as principais forças dos Aliados.

Bandeira dos Estados Unidos
Vários outros países integraram as forças Aliadas na Segunda Guerra Mundial, sendo que China, Polônia e a parte da França livreforam grandes aliados no combate, ocuparam o segundo escalão entre o grupo.
Formavam ainda o grupo dos Aliados: Austrália, Nova Zelândia,Nepal, África do Sul, Canadá, Noruega, Bélgica, Luxemburgo,Países Baixos, Grécia, Iuguslávia, Panamá, Costa Rica, República Dominicana, El Salvador, Haiti, Honduras, Nicarágua, Guatemala,Cuba, Coréia, Checoslováquia, México, Etiópia, Iraque, Bolívia,Irã, Colômbia, Libéria, Romênia, Bulgária, San Marino, Albânia,Hungria, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela, Turquia,Líbano, Arábia Saudita, Argentina, Chile e Dinamarca.
O Brasil também aderiu aos Aliados após ter navios naufragados no Atlântico Sul por submarinos alemães. Sendo que o Brasil foi o único país da América do Sul a enviar tropas para os combates em território europeu. As Forças Expedicionárias Brasileiras (FEB) realizaram importante campanha militar em território italiano no final da guerra.
A Segunda Guerra Mundial chegou ao fim com a vitória dos Aliados sobre os Países do Eixo. As tropas soviéticas tiveram ação fundamental derrotando pela primeira vez o poderoso exército nazista, esmagando-o cada vez mais até atingir Berlim pelo lado Oriental. Enquanto isso, a força dos Aliados, sob comando de Estados Unidos e Reino Unido, derrotava os inimigos até atingir Berlim pelo lado Ocidental, em 1945. Com Itália e Alemanha abatidas, a guerra acabou no Oriente quando os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre a última potência do Eixo, o Japão.
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Resumo da Guerra Fria

A Guerra Fria foi uma disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética, país capitalista e socialista que teve fim no ano de 1989.
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Guerra Fria
Os países tentavam mostrar a superioridade de seus respectivos sistemas econômicos.
A guerra fria foi caracterizada pela disputa entre Estados Unidos e URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), principalmente a Rússia, após a Segunda Guerra Mundial, onde ambos os países tentavam mostrar a superioridade de seus respectivos sistemas econômicos.
No entanto, esta caracterização pode ser considerada válida, mas com uma série de restrições em apenas um período imediato pós-segunda Guerra, até a década de 1950 e logo depois nos anos de 1960 o bloco socialista decidiu se dividir dentre as décadas de 1970 e 1980, onde a China comunista se aliou aos Estados Unidos em uma disputa contra a União Soviética.
Por este motivo, o mundo acabou sendo “dividido” em dois blocos: O capitalista, dominado pelos norte-americanos, e o socialista, comandado pelos soviéticos. Sendo assim este período também ficou marcado pela corrida armamentista que durante 40 anos deixou o mundo diante da ameaça de uma guerra nuclear.

De onde surgiu o termo “Guerra Fria”

Capitalismo e socialismo
A terminologia “Guerra Fria”, se dá pelo fato de que os países envolvidos não se confrontaram com armas, mas sim com ações políticas e científicas, que mostravam ao mundo que tanto os EUA quanto a URSS, tinham poder bélico e científico para “dominar e acabar” com qualquer um que os confrontasse.

EUA vs. URSS

Para impedir o avanço comunista, os Estados Unidos forneciam apoio bélico e econômico aos países que se aliassem ao lado capitalista e o Plano Marshall, que resultou na injeção de mais de 13 bilhões de dólares na Europa, oferecendo ajuda econômica por meio de empréstimos para que pudessem reconstruir os países capitalistas que foram afetados pela Segunda Guerra Mundial.
Soldados durante a guerra
Do outro lado, a União Soviética adotou a política isolacionista mais conhecida como Cortina de Ferro, aliança na qual os governos pertencentes ao Leste Europeu se tornaram satélites de Moscou, graças à ação do Exército Vermelho, que resultou em 1940, na construção do Muro de Berlin, construído para que pudesse ser feita a divisão da cidade, dividindo-a em socialista e capitalista.
Soldado agredindo cidadão

Corrida Espacial

Um dos principais marcos da Guerra Fria foi a corrida espacial, uma das mais importantes disputas entre a URSS e os EUA, visando a conquista do espaço. O primeiro marco dessa disputa foi o primeiro ser vivo a serr mandado para o espaço, a cadela Laika, enviada pela URSS, em 1957.
Já o primeiro ser humano a ser enviado, foi o russo Yuri Gagarin, em 1961. Os Estaos Unidos no entando conseguiu colocar o primeiro homem no espaço a pisar na Lua, e foi em 1969 que Neil Armstrong e Edwin Aldrincaminharam em solo lunar. Apesar disso, até hoje há quem afirme que a visita do Homem a Lua não passou de uma farsa, visto que, mais de 40 anos depois, nenhum outro ser humano pisou em terreno lunar.

Fim da Guerra Fria

A pressão e a guerra ideológica entre as duas superpotências só começaram a diminuir depois que o líder soviético Mikhail Gorbatchov assumiu o poder, e também depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, que foi o marco final da Guerra Fria. Porém, a URSS só veio a se desintegrar dois anos depois, em 1991, quando os países aliados a URSS passaram a adotar, gradativamente, o capitalismo.

Resumo da Guerra

Conflitos da Guerra Fria